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Até sexta-feira, Gustavo participa de cinco treinamentos antes do jogo-treino contra o time do Atlético Mineiro. “A forma de treinar lá é diferente. A ideia é aprender mais e conhecer bem a estrutura. Quero aproveitar esta oportunidade pensando na convocação para o Sul-Americano de 2019, no Panamá. Poder representar o país, só com 14 anos, é muito gratificante”, diz.
INÍCIO NO COLÉGIO - O sonho de Bagatini sempre foi jogar profissionalmente em um clube grande. “Estou treinando há três anos e cinco meses no Inter. Antes disso, nunca tinha jogado campo, só futsal. Comecei no futsal do Colégio Espírito Santo, com 5 anos. Na época o professor era o Tauro Bonorino, depois continuei com o professor Matheus Lazzarotto”, relembra.
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Gustavo Bagatini conta que o foco no esporte ajudou a desenvolver a maturidade e a responsabilidade.
“Para cumprir meu objetivo, tenho que conciliar os estudos com os treinos, recuperar provas e trabalhos quando viajo para jogar. O colégio sempre está dando apoio, então fica mais tranquilo seguir com meu sonho”, afirma.
O técnico Paulo Victor Gomes relacionou apenas atletas nascidos em 2004 para este período de treinos. A ideia é já começar a preparar o time para o Sul-Americano Sub-15 de 2019, que será disputado por esta geração.
Vale ressaltar que foram chamados apenas jogadores com 14 anos completos, ou seja, já com contratos de formação com seus clubes.
Espelho para os colegas mais novos
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CAMPO E SALÃO - Aos 12 anos, João Vitor Cavaleiro é outro aluno do Espírito Santo que tem treinado bastante e que se espelha no exemplo de Gustavo Bagatini para realizar o sonho de ser jogador de futebol. “Jogo também pelo Cepe, Ponte Preta (do Mathias Velho) e pelo Juventus, de Teutônia”, conta. No primeiro semestre, ele foi destaque da Ponte Preta pelo Campeonato Municipal Mirim (Sub-13). Na equipe do Juventus, ele tem sido elogiado pelos passes e marcação.
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